Corre, corre, Cabacinha
corre, corre, cabacinha,
corre, corre, cabação.

Iniciei este blogue para partilhar o meu trabalho, as minhas ideias, experiências…, mas no fim das contas tenho recebido mais do que aquilo que tenho “dado”!!!
A última é que a querida Betty do http://canto-do-conto.blogspot.com/
me indicou para Thinking Blogger Award! Obrigada Betty!!!
Indicaria também o blog da Catarina http://gatos-e-companhia.blogspot.com/, mas não está online
Andamos numa de descobrir as cores, diferenças…. Por isso, vamos ouvir e trabalhar a história ELMER

Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes
velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado,
todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer,
menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo
e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que
pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam
partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer
que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o
pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem
é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que
se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o
Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom
dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um
grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer
agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem
caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e
rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de
frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não
haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de
cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de
branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a
passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia,
elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito
por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos
muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da
manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não
estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu
luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e
por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha
visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos,
sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar
mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu
lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir
perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros
elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva
começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os
elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh
Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi
a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o
dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar
de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.
MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.
)De um lado o Elmer aos quadradinhos, do outro um elefante cinzento… já agora, como se faz cinzento???? É preciso tinta branca e preta e mexer tudo muito bem 

Se o elefante é pesadão,
Não é por isso que não tem um coração.
Gostar de todos ser amigos de verdade,
Essa é a lei da nossa quinta da amizade. (bis)
Não é pecado ser diferente,
Se toda a gente fosse igual a toda a gente,
O nosso mundo era muito aborrecido,
E o elefante até é um bicho divertido. (bis)
Uns têm bico outros focinho,
O cão pastor não é igual ao passarinho,
O pato grasna, arrulha a pomba,
Porque não há-de o elefante andar de tromba. (bis)
Era uma vez uma família de Azuis. O filho Azul vivia contente com a sua mãe Azul e com o seu pai, claro está, também ele Azul.
Na cidade, todos os seus vizinhos eram igualmente azuis e todos se sentiam muito orgulhosos com a sua bela cor, que era também a cor do céu e do mar. E os Azuis sentiam-se orgulhosos, achando-se belos e perfeitos, os vaidosos…
Mas, um dia, aquilo que os Azuis achavam impossível aconteceu. Chegou à cidade uma estranha, muito estranha, uma estranhíssima família de… Amarelos! O pai, a mãe, o filho e até mesmo a bem velhinha e curvada avó eram todos Amarelos, tão amarelos quanto o amarelo pode ser.
Seria possível que tal cor existisse?
Os Amarelos instalaram-se na casa que ficava mesmo ao lado da casa dos Azuis, e, curiosos, apressaram-se a espreitar e a observar pela janela tão estranhos seres.
Menos preocupado, o filho Azul, como qualquer criança, apenas queria saber se o filho Amarelo gostaria de jogar à bola. Sem perder tempo, bateu à porta dos seus novos vizinhos e
perguntou ao filho Amarelo:
— Queres vir brincar comigo?
E o filho Amarelo lá foi, sem pensar duas vezes, indiferente à cor da bola que, apesar de ser azul, rolava e saltava tão bem como as melhores bolas amarelas a que estava acostumado.
No entusiasmo do jogo e no frenesim da correria, depois de um passe mais acrobático e de uma defesa mais atrevida, o desastre aconteceu: o Azul e o Amarelo chocaram um com o outro, peito contra peito, num grande espalhafato.
E com a força do impacto, vá-se lá saber porquê, o Azul e o Amarelo ficaram… Verdes!
Olharam um para o outro, acharam graça e disseram:
— Olha, agora somos Verdes!
Na cidade, que grande pandemónio! Todos quiseram ver o fenómeno, incrédulos primeiro e indignados depois: não só apareceram os Amarelos, assim de repente, como agora surgiam também uns Verdes… Já começava a ser de mais…
Um pouco zangadas e espantadas e também muito preocupadas, as mães Azul e Amarela apressaram-se a levar os seus filhos Verdes para dentro de casa.
— Oh! Que desgraça! Vamos chamar o Doutor para ver se há remédio que vos
cure a cor… Mas, como não houve médico, cientista, engenheiro ou curandeiro que conseguisse tratar aquele mal,
o tempo passou e todos acabaram por se habituar aos Verdes, percebendo assim que muito havia ainda para descobrir sobre os mistérios das cores do Mundo. E foi por isso que, um dia mais tarde, quando apareceu na cidade um… Vermelho, ninguém estranhou!…
História em pdf aqui
e também o Vermelho com o amarelo
Deu um cor-de-laranja estranho!!!
Se colocarmos ums flor em “água colorida” o que irá acontecer??

- A flor vai beber a água. (João)
- A flor vai morrer. (Matilde)
- A água vai fugir (MAriana C.)
- A flor vai desaparecer. (Ruben)
- A flor vai para o lixo! (Paulo)
- A flor vai tirar a água. (Érica)
- A flor vai mudar de cor. Fica castanha (Diana, Vasco)
- A flor vai mudar de cor. Fica cor-de-laranja. (Gonçalo)
- A flor vai mudar de cor. Fica de muitas cores. (Inês C.)
- A flor fica cor-de-rosa. (Judite)
- A flor fica amarela. (Inês R.)
- Flor azul. (Rodrigo)
- A Flor vai ficar azul. (Nicolau, Alexandre)
Folha para registar a experiência aqui
Palmira é uma coelhinha com quatro anos. Nunca tinha ido à escola e, por isso, no primeiro
dia de aulas estava muito excitada.
Quando chegou à escola, viu que havia mais vinte coelhinhos e coelhinhas como ela.
Aprendeu logo o nome de todos. O da professora é que ela não se lembrava bem. A professora
não era nada parecida com a sua mãe, nem mesmo com a sua vizinha, a coelha Chica.
A professora mostrou-lhe a escola e a Palmira ficou a conhecer tudo e gostou especialmente
da casa de banho, com o seu grande espelho. Nele se mirou e voltou a mirar, imaginando-se
vestida de bailarina (a sua grande paixão). Não resistiu e fez uma careta, o que é sempre muito
divertido. Estava tão distraída que não ouviu que a chamavam. Por vezes, nem a mãe ela ouvia.
Não sabia explicar porquê. A mãe chamava-a sempre quando ela estava a fazer uma coisa muito
importante, como por exemplo martelar uns pregos… ou… roer todos os pés de alface da horta…
Mas agora era hora de começar as actividades. Foram muitas as brincadeiras: cantou muito
alto uma canção e a professora teve de lhe dizer:
— Palmira, querida, tens de cantar mais baixinho, senão ficamos surdos.
— Hummm! — resmungou a Palmira.
— Agora podem ir experimentar as coisas da sala.
Palmira correu para as bonecas, mas depois viu os carrinhos e levou as bonecas para junto
deles. Depois reparou também nuns belos puzzles, que ela gostava muito de fazer, e levou-os
para debaixo da mesa:
— Palmira, tens de brincar com uma coisa de cada vez. Não podes desarrumar tudo ao
mesmo tempo! — alertou mais uma vez a professora.
— Hummm! — resmungou a Palmira.
Quando a professora pôs música, a Palmira começou logo a dançar, sem prestar atenção
ao que a professora dizia.
— Não, Palmira, não ouviste o que vamos fazer. Vamos pintar.
— Ah! — exclamou a Palmira, e foi a primeira a começar. Pintou uma linda bailarina, depois
de se ter observado várias vezes ao espelho, para confirmar as posições. Quando terminou, foi
lavar os pincéis à casa de banho. A torneira deixava correr a água com força e a tinta nunca
mais acabava de sair do pincel. Divertida, a Palmira pintalgou tudo à sua volta.
— Que lindas cores! — e a Palmira pintou… o lavatório… a bancada… o espelho…
— Palmira?! O que é que estás a fazer? — ralhou a professora.
— Nada… Estou… só a pintar!
— Sim, mas a pintura é para fazer no papel, não nas paredes!
Agora tens de limpar tudo, e depois vais pensar bem no que
fizeste — explicou pacientemente a professora.
Palmira limpou as paredes, o espelho e o lavatório e a si própria.
Estava aborrecida e pôs-se a pensar com os seus botões:
— Afinal… o que é que eu posso ou não posso fazer?
A escola tem regras muito complicadas!
História em pdf aqui

- Vivem na coelheira
- Têm quatro patas pequeninas que dão grandes saltos
- Têm duas orelhas muito compridas, bigodes no focinho
- Têm pelo curto, espesso e felpudo
-A minha comida favorita é alface, mas também gosto de erva, legumes e pão. Na coelheira também me dão ração.
- Os coelhos moram onde? (eu)
- Na coelhota. (Rubem A.)


Risada geral!!!
Ouvimos, vimos e explorármos isto: http://files.filefront.com/OS+ANIMAISppt/;8813118;/fileinfo.html
- Colocámos os cartões com fotografias de animais num saco, uma criança de cada vez retirava o cartão e imitava o animal nele representado para que os colegas adivinhassem
A letra do Coelho Alberto é assim:
O Coelho Alberto disse ao neto
que é perigoso andar a passear
pois lá na selva há crocodilos
e os coelhinhos são um bom jantar.
Passo a passo o crocodilo avança
abre a boca e então …
Mas o coelhinho não deu ouvidos
e pela selva foi passear
deu de caras com o crocodilo
e por pouco que não foi …
“Ai que susto, ai que susto,
já não sei do coração.”
Bis
“A cabeça está tão quente
ai que calor, ai que aflição.”
Bis
Hoje o coelhinho já diz aos outros
que é perigoso andar a passear
pois lá na selva há crocodilos
e os coelhinhos são um bom jantar.
Passo a passo o crocodilo avança
abre a boca e então …
Peguei na história “Problemas” e partimos à descoberta da família em geral e de cada criança…
O que é a familia?
- É toda da gente. (Matlide)
- A Érica é da família da Mariana. (Paulo)
- O Ruben e a Lara são manos. São família. (Marta)
A minha família é…
GRANDE? pequena? Quem a compõe?
Imagens da revista educação infancia
Fotografias das nossas famílias
Foi muito giro 
Fizemos os desenhos com canetas de acetatos em saco de plástico grosso (bem mais baratos que os acetatos
)
Depois decorámos as nossas molduras com muita muita criatividade
E fomos analisar onde morávamos!
Vimos também outros tipo de habitação
Imagens da revista educação infancia
Aqui está o nosso quadro do tempo:
Imagens para fazer este quadro (imagens para colorir)
http://files.filefront.com/imagens+para+quadro+do+teodoc/;8758464;/fileinfo.html
“A Chegada do Outono do Espantalho Brincalhão”
Num campo de milho muito dourado vivia um lindo Espantalho muito brincalhão. Logo pela manhã quando o sol começava a espreitar na montanha, o Espantalhinho abria os olhos e esfregava-os… depois começava a bocejar: Ohhhh!Ahhhh!
Em seguida, espreguiçava-se. Esticava um braço, outro braço, uma perna e a outra perna. Olhava para o sol e bocejava mais uma vez: Ohhhh! Ahhhh!
Depois de bocejar, o Espantalhinho adorava sentir o sol a aquecer-lhe a palha de todo o seu corpo e sacudia uma perna… outra perna… um braço e o outro braço.
De repente começou a sentir muitas cócegas por todo o seu corpo… cada vez mais e mais… eram os ratinhos e os passaritos da quinta que queriam brincar com ele e por isso faziam cócegas e tiravam-lhe alguma palha.
De tanto rir e espernear, o Espantalhinho ficou cansado, e os ratinhos e os passaritos decidiram ir embora.
Num instante o sol escondeu-se e o vento começou a soprar VVVVV… VVVVV… era o Outono que tinha chegado. As folhas das arvores começaram a cair e o chão ficou colorido em tons de castanho, amarelo e vermelho.
O Espantalho estremeceu… espirou… Atchim!… e deu-lhe um arrepio de frio.
O vento soprava cada vez mais forte… VVVVV… mais forte… VVVVVV… mais forte, e o Espantalhinho andava de um lado para o outro. As arvores estremeciam e as folhas caiam.
O vento parou mas a chuva chegou. O Espantalho estava a ficar todo molhado. Cada vez chovia mais e o Espantalho ficava muito encharcado, e pesado… muito pesado. A chuva parou e o Espantalhinho começou a sentir-se tão pesado que começou a escorregar e a ficar com muito sono… Ohhh!… muito sono… até que se deitou no chão e adormeceu. Dormiu e sonhou com o sol a aquecer-lhe o corpo… tinha saudades do Verão mas só que agora era a vez do Outono que trazia consigo: o frio, a chuva e o vento.
Nisto chegaram os amigos: os ratinhos e os passaritos que acordaram o Espantalho para brincar porque já estava sol.
O Espantalhinho ficou muito contente porque parte do seu sonho tinha-se tornado realidade. Era Outono mas tinha o “calor” dos amigos e o amor sempre juntinho ao coração.
História cedida pela colega “Line” no fórum Educação de Infância.
- Os espantalhos servem para os passarinhos não irem para a horta. (Inês C.)
- Os espantalhos servem para os passarinhos não picarem a fruta. (Matilde)
- Os espantalhos ajudam as folham a não cairem. (Gonçalo)
- Os espantalhos guardam os passarinhos. (Nicolau)
- Os espantalhos vivem numa casa. (Paulo)
(1=vermelho; 2=amarelo; 3=verde; 4=azul)
Foram para casa assim…
E vieram assim…
Ainda nos falta fazer o nome…
e já está!
Estão bem giras, não? 
O que é o Outono?
Fomos apanhar folhas e fizemos a nossa árvore…
e….
fizemos “carimbos” de folhas
decalcámos as folhas com lápis de cera
Pintámos um desenho dos frutos